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sábado, 16 de junho de 2007

Mimos de Inverno


Caracô - cuidado para não confundir com o bolero. Caracô é aquela pecinha que mais parece só um par de manguinhas que se encontram atrás, é bem certinho no corpo e nos braços. Pode ser usado por cima de qualquer coisa, como se houvesse mangas compridas ali. Uma delícia para brincar.

Gola postiça - golas de tricô soltas, para serem adaptadas por cima de blusas de malha. Um barato.

Cachecol - sempre útil no frio. Já se tornou imprescindível. Escolha modelos originais, pois um cachecol pode ser um pequeno desastre quando mal elaborado. Prefira os fartos, em cores originais mas elegantes. Evite coisas como verde limão ou branquinho total. Deixe essas opções para as crianças.

Pashiminas - Ah, essas são o deleite total! Mulher de estilo é a mulher que tem uma pashimina no armário. É um grande xale, retangular, com no mínimo 90 cm de largura, mas os modelos chiquérrimos chegam a 1,50 metros. O que diferencia uma autêntica pashimina de um xale qualquer é seu material, que pode ser lã de seda ou de pêlo de lhama. Estampadas ou lisas, são o que há. Só não se encaixam no "baratinhas" lá de cima, mas eu me responsabilizo pelo investimento.

domingo, 10 de junho de 2007

Bolero

Bolero

O casaquinho curto é resgatado do fundo do baú e aparece em diferentes versões para aquecer no inverno sem deixar de lado a sensualidade

Assim como a pelerine e o poncho, o casaquinho curto de origem espanhola é mais uma peça retrô que foi resgatada do fundo do baú para invadir o guarda-roupa de inverno. Os estilistas das principais semanas de moda do mundo apostaram nas mais diferentes versões do charmoso bolero para cobrir os ombros nos dias mais frescos. Nada que lembre o popular bolero de veludo usado sobre vestidos de festa nas décadas de 60 e 70.

Nesta temporada, vale apostar na peça confeccionada com tecidos nobres, pele ou com aplicações de lantejoula e bordado que rouba a cena e valoriza até a mais básica combinação de calça jeans e camiseta. “O bolero é vintage e traz uma proposta de sobreposição, que esquenta sem esconder”, diz Karen Fuke, estilista da grife Triton. “Misturada a peças esportivas, fica muito divertido e cria um look descompromissado e contemporâneo.” A sensualidade não precisa ficar de lado quando o termômetro cai. A ordem é abusar dos decotes por baixo do casaquinho para não parecer produção surrupiada do armário da vovó. *
*Por Eliane Trindade e Luciana Franca

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FONTE: Revista Isto é Gente

quinta-feira, 7 de junho de 2007

Brechó


Nada de Traças
Brechó é moda alternativa com estilo!
Peças importadas semi-novas, roupas de época, móveis para decoração e araras cheias de novidades. Os brechós oferecem variedade, preço baixo e peças exclusivas.

Já foi o tempo que brechó era ponto de encontro e fonte para compor o visual dos descolados. Atualmente são visitados por todos os tipos de pessoas, independente da idade, sexo ou poder aquisitivo. Paciência para revirar o brechó, bom gosto e bom senso são os primeiros mandamentos para os freqüentadores assíduos ou um toque fundamental para quem vai "trilhar esse caminho da moda a partir de agora".Acessórios simpáticos e coloridos resgatam uma moda do fundo do baú que pode ser combinada com os estilos que estampam as vitrines atuais. Também é possível montar um look de época para uma festa temática ou encontrar uma peça única e matar suas amigas de inveja.

Dicas para comprar no brechó
  • Procure peças diferentes, daquelas que você não encontra em qualquer loja.
  • Se olhe no espelho antes e aceite seu estilo. Não adianta levar uma blusa com 20 cores dos anos 60 se você não vai ter coragem de usá-la.
  • Verifique se a peça está em perfeito estado, pode faltar um botão, ter um furinho em algum lugar.
  • Peça instruções de como lavar certos tecidos.
  • Cuidado com muitas aplicações, podem cair na hora da lavagem.
  • Não deixe a preguiça vencer você, prove tudo que vai comprar, pois no geral, brechós não fazem trocas e nem aceitam devolução.
  • Gostou? Leve na hora, brechó é oportunidade, talvez no dia seguinte você não encontre mais a peça.

sábado, 2 de junho de 2007

Vermelho Um Pouco de Historia

Home

Entre as primeiras civilizações da humanidade o tecido mais caro de todos era o chamado de “púrpura” – nome dado na época ao vermelho intenso. O motivo de seu valor era a dificuldade de extrair da natureza o pigmento para tingi-lo. Eram os Fenícios quem guardavam o segredo. Eles extraiam o vermelho de moluscos característicos da região costeira do Líbano. Na Roma antiga o vermelho era a cor dos Imperadores e das Legiões (tipo de exército), os soldados de alto escalão e os soberanos usavam capas vermelhas como símbolo de suas posições de poder.

Durante a Idade Média o poder migrou para as mãos da Igreja Católica e o vermelho iria aparecer nas vestes eclesiásticas dos Cardeais. Mesmo que para a instituição cristã a cor estivesse também associada ao luto, por ser a mesma do sangue derramado por Cristo.

Os reis absolutos da Era Moderna adotaram o vermelho em seus gigantescos mantos reais, com bordados e adornados de pele de arminho. A partir de então o vermelho passou a representar não só o poder, mas também a nobreza. Inúmeras rainhas são pintadas por artistas trajando vermelho, em ar solene, afinal ele continuava a ser uma cor cara.

Nosso país tem uma relação especial com o vermelho. A descoberta do pau-brasil em nossas terras fez com que os portugueses iniciassem a ocupação do território. Num primeiro momento para explorar a madeira de cor avermelhada como brasa, daí o nome Brasil. Era da casca da árvore que se extraía o pó usado para tingir o tecido.

Então não precisamos mais usar só verde e amarelo, quando bater o patriotismo, pode sair de vermelho. Não tem como não ser notada, ficar sexy e poderosa!

Legging - Você ainda vai ter uma

As leggings são uma das peças-chaves deste inverno devem continuar em alta. Segundo a consultora de estilo Ketty Inglesis Barcellos, a calça colada ao corpo, ícone dos anos 80, é uma peça democrática que pode ser usada por todos os tipos de mulheres, basta ter bom senso.
"As calças legging são próprias do inverno, tanto que no exterior é uma febre e as européias só as usam quando o tempo está frio. Caso contrário, elas optam por shorts e bermudas.", explica Ketty, que faz pesquisas de moda no exterior.

"O mais importante é acertar a proporção", destaca Ketty. De acordo com a consultora, as gordinhas devem usar leggings de cores escuras, de preferência na cor preta. "A sobreposição de uma blusa mais larga com a legging ajuda a disfarçar as gordurinhas", afirma.

As baixinhas devem apostar nas calças de comprimento logo abaixo do joelho ou até os tornozelos para alongarem a silhueta. Já as altas ficam bem com as leggings de comprimento na altura da panturrilha.

"As leggings devem ser usadas com blusas que cubram o quadril. As calças mais curtinhas, acima dos joelhos ficam ótimas com minivestidos", indica.

Apesar de justinhas, as leggings também podem ir ao ambiente de trabalho, contanto que sejam de cor escura, longas e as blusas cheguem na altura das coxas.
Para as que gostam de um look arrojado, Ketty sugere o uso de sobreposição de shorts e minissaias com a legging e sapato de bico fino. "Fica sofisticado, perfeito para a balada", acrescenta.
As sapatilhas e sandálias de plataforma são ótimas pedidas para compor uma produção com legging. Quanto às cores, Ketty sugere que as leggings coloridas e estampadas fiquem com as adolescentes que podem inventar diversas maneiras de usá-las. As de cores escuras caem bem em todos os corpos, já as cor da pele, são idéias para compor looks alternativos. *
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*FONTE: Terra Modas
** Legging dourada da estilista Juliana Jabour; só para magrinhas; ideal para baladas

domingo, 20 de maio de 2007

Novas Tendências


Segundo Denise Morais, o inverno terá muito colorido, apesar de estar focado nos tons cinzas. As cores eleitas da estação são o Off White e nuances de marfim. Mas também vale a púrpura indo até os tons de berinjela, rosa bebê, vermelho em menor quantidade. “Se for para descartar alguma cor, opte pelo azul”.

Cardigans volumosos e vestidos em tricô são tendências fortíssimas. As modelagens seguem a tendência dos anos 80, barras em punho, mangas morcego e silhuetas de influência japonesa. Além disso, as leggings estão de volta. Cardigans longos e curtos, principalmente em bases finas. Os botões são forrados e gigantes – lembrando um pouco os anos 60. O tricô, na maioria, deve ser muito leve porque pode ser usado com sobreposições. Quanto mais jovem o público, mas curta é a manga.

Outra cor da temporada será o lurex, em tons dourado, grafite, verde, uva, prata. Grandes decotes, mas as golas podem ter laço. Os vestidos voltam à estação com força, no tradicional curto anos 60 e punhos largos.

No caso das estampas, vale a anglomania, trazendo os brasões da realeza britânica, que podem muito bem ser adaptados com os brasões da realeza brasileira. “É importante ficarmos atentos também ao acabamento das etiquetas internas. Elas podem ser silkadas e depois bordadas”. A estação traz também os tradicionais gorros, boinas, cachecóis, como acessórios.
ServiçoAbit – (11) 3823-6138Agência Sebrae de Notícias (ASN) - (61) 3348-7494Sebrae em São Paulo - (11) 3177-4500

sábado, 19 de maio de 2007

Tricô e crochê são os preferidos na Europa para outono/inverno 2007


Associação Brasileira da Indústria Têxtil lança catálogo de Tendência Malharia Retilínea em São Paulo; estação terá muito colorido
Beth Matias


São Paulo - Tricoteiras, crocheteiras e costureiras terão uma grande oportunidade no próximo inverno de faturar alto com suas criações. Isso porque o tricô e o crochê foram eleitos os preferidos pelos principais criadores internacionais, diz a consultora de moda da Associação Brasileira da Indústria Têxtil (Abit), Denise Morais, que acaba de voltar da Europa com as últimas tendências para o inverno 2007.

A Abit lançou nesta terça-feira (3) em São Paulo o Catálogo Confirmação de Tendência Malharia Retilínea Outono/Inverno 2007, durante palestra da consultora. Jorge Rincón, responsável pelo segmento de indústria têxtil do Sebrae Nacional, que participou do lançamento, acredita que é fundamental que os gestores dos projetos tenham informações das últimas tendências e matérias-primas para poder “igualar as demandas de mercado e orientar a produção”.

No Planejamento para 2007, estão programados 108 projetos no segmento têxtil inseridos na metodologia Geor (Gestão Estratégica Oriedntada para Resultados) do Sebrae. “São mais de 4 mil pessoas envolvidas nestes grupos de projetos. O segmento de malhas retilíneas é o que tem menos projetos, mas há uma tendência de crescimento no Sul e Sudeste do País”.

Segundo Rincón, é preciso que os gestores dos projetos tenham contato com as últimas tendências de moda para ajudarem as pequenas empresas na adequação de seus produtos em relação à demanda de mercado. “As tendências apresentadas pela Abit foram tiradas principalmente das lojas de rua de Londres, Paris e Milão e estarão nas vitrines brasileiras no próximo inverno, evidentemente com as adaptações para o clima brasileiro. É importante que o gestor saiba quais são últimas tendências de cores, padronagem, estilos, tipo de fio, acessórios, enfim, tudo que compõe o que a cadeia produtiva da indústria têxtil está seguindo”.
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